quarta-feira, 20 de junho de 2012

GREVE AMEAÇA TRAVAR FORMATURA NA UFMG



Todos vocês amigos internautas com certeza já devem ter lido posts no facebook sobre a greve das universidades federais no Brasil, se não, não fique surpreso, pois a mídia não está divulgando.Uma reunião que estava programada para esta terça-feira (19) entre o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, e representantes dos professores e servidores para discutir a greve nas universidades federais foi adiada. Uma nova data ainda não foi marcada, mas segundo a assessoria da secretaria do ministério, o encontro deverá ser realizado “na semana que vem”. A greve iniciada em 17 de maio atinge 55 instituições federais de ensino superior.
A greve dos professores das universidades federais completou um mês neste domingo (17). O movimento começou em 17 de maio e, segundo o sindicato nacional (Andes), atualmente professores de 54 instituições federais de ensino superior paralisaram as atividades: 49 universidades (cerca de 90% do total) e cinco dos 40 institutos ou centros federais de educação tecnológica estão parcial ou totalmente parados.
A categoria pleiteia carreira única com incorporação das gratificações em 13 níveis remuneratórios, variação de 5% entre níveis a partir do piso para regime de 20 horas correspondente ao salário mínimo do Dieese (atualmente calculado em R$ 2.329,35), e percentuais de acréscimo relativos à titulação e ao regime de trabalho.
O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, considera a greve injusta e diz que todos os acordos firmados em 2011 com os professores universitários da rede federal foram cumpridos pelo governo.
O que realmente não é justo, são os alunos saírem prejudicados, perderem a formatura, as férias e até mesmo o semestre.
Saiu uma reportagem hoje informando que alunos da UFMG poderão perder a formatura devido a greve.
A adesão definitiva dos professores da UFMG à greve nacional colocou um ponto de interrogação na cabeça dos estudantes momentos após ser anunciado, ontem.
Os docentes prometem paralisar os serviços de forma gradativa e não descartam prejudicar a formatura dos alunos. Há professores que pretendem não lançar as notas e, sem elas, os alunos não podem colar grau.
O governo precisa fazer alguma coisa.
Não dá para continuar adianto reuniões e alegando que a greve é injusta, é preciso agir para resguardar o direito dos alunos!
A educação precisa ser mais valorizada!